Colégio Koelle

Colégio Koelle é reconhecido nacionalmente no Bernoulli Reload 2026 pelo uso pedagógico da Inteligência Artificial no projeto KMUN

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Professores Jonathan Henrique Semmler e Rafael da Silva Castanha recebem o Prêmio Referência Bernoulli, que reuniu 150 projetos de escolas de todo o país

O Colégio Koelle marcou presença no Bernoulli Reload 2026, evento que reúne as escolas parceiras da Rede Bernoulli para compartilhar experiências pedagógicas e celebrar iniciativas de destaque desenvolvidas ao longo do ano. A instituição foi representada pelo mantenedor Teodoro Alberto Koelle, pelo diretor educacional Rui Alexandre Christofoletti e pelo professor Jonathan Henrique Semmler.

Prêmio Referência Bernoulli reúne 150 projetos de todo o país

O grande destaque da programação foi a primeira edição do Prêmio Referência Bernoulli, que contou com 150 projetos inscritos por escolas de diferentes regiões do Brasil. Entre os premiados, dois nomes ligados ao Colégio Koelle: os professores Jonathan Henrique Semmler e Rafael da Silva Castanha, reconhecidos pelo trabalho desenvolvido junto ao projeto KMUN.

Reconhecimento pelo uso ético e pedagógico da Inteligência Artificial

A premiação valorizou o uso ético e pedagógico da Inteligência Artificial como ferramenta de apoio à curadoria e à tradução de dados, notícias e relatórios utilizados no KMUN. A iniciativa mostra como a tecnologia pode ser incorporada ao processo de aprendizagem de forma responsável, ampliando as possibilidades de pesquisa e análise dos alunos sem substituir o papel do pensamento crítico e da mediação pedagógica.

KMUN: um projeto que já envolve 98 estudantes

O KMUN é um projeto extracurricular do Colégio Koelle que hoje conta com 98 estudantes engajados, entre alunos do Ensino Médio e do 9º ano do Ensino Fundamental – Anos Finais. Ao simular comitês e debates internacionais nos moldes de conferências da ONU, a iniciativa estimula habilidades como argumentação, pesquisa, trabalho em equipe e repertório sobre temas globais — competências que dialogam diretamente com a proposta de formação integral da escola.

Professor Jonathan Henrique Semmler recebe o troféu de Destaque Docente

Representando também o trabalho do professor Rafael da Silva Castanha, o professor Jonathan Henrique Semmler subiu ao palco para receber o troféu de Destaque Docente, em reconhecimento à dedicação da equipe à frente do KMUN.

O reconhecimento no Bernoulli Reload 2026 reforça o compromisso do Colégio Koelle com uma educação que une conhecimento sólido, inovação responsável e o protagonismo dos alunos. Parabéns aos professores Jonathan Henrique Semmler e Rafael da Silva Castanha, e a todos os estudantes do KMUN que ajudam a levar o nome da escola cada vez mais longe.

Família destaca acolhimento e adaptação no Colégio Koelle durante depoimento no Dia da Família

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O Colégio Koelle, referência em educação em Rio Claro, acredita que a parceria entre escola e família é essencial para o desenvolvimento das crianças. Durante mais uma edição do tradicional Dia da Família, recebemos com carinho o depoimento de Flaviane e Diego Sanchez, pais do aluno Raul, que compartilharam como foi o processo de adaptação do filho na escola.

Senseis e proprietários da Academia Shinrai de Judô, Flaviane e Diego atuam há anos na área da educação e do esporte. Além disso, Flaviane também integra a equipe do Colégio Koelle, ministrando as aulas de judô do K+ Período Integral, programa que amplia as experiências educacionais e o desenvolvimento dos alunos no contraturno escolar.

No depoimento, o casal relembra que uma das maiores preocupações no momento da mudança escolar era a adaptação do Raul, que era uma criança mais tímida. Segundo eles, apesar da grandiosidade da instituição, o acolhimento recebido pela família fez toda a diferença.

“O colégio é muito grande, mas sentimos que o coração do colégio é do mesmo tamanho”, compartilham.

Outro ponto destacado pelos pais foi o olhar individualizado da equipe pedagógica. Eles contam que, ao receberem o primeiro relatório sobre o filho, tiveram a sensação de que os professores realmente conheciam e compreendiam o Raul em sua essência.

“Parecia que estavam descrevendo exatamente o nosso filho. Foi um presente incrível para a gente.”

Depoimentos como esse reforçam o compromisso do Colégio Koelle em oferecer não apenas excelência acadêmica, mas também acolhimento, cuidado e acompanhamento próximo das famílias e dos alunos em cada etapa da jornada escolar.

👉 Assista ao depoimento completo de Flaviane e Diego Sanchez:

De aluno do Colégio Koelle a cineasta: Iberê Santos relembra sua trajetória e os bastidores do documentário “Gurgel e o Sonho da Cidade Azul”

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Ex-aluno da instituição, o cineasta retorna ao Koelle no segundo semestre de 2026 como orientador do novo Clube de Cinema

Rio Claro ganhou, em 2026, um retrato cinematográfico de um dos capítulos mais marcantes de sua história industrial. O documentário de longa-metragem “Gurgel e o Sonho da Cidade Azul”, com 113 minutos de duração, apresenta a trajetória da fábrica de automóveis Gurgel e sua conexão com a cidade. A produção reúne depoimentos de ex-funcionários, pesquisadores, colecionadores e figuras públicas para reconstituir o projeto idealizado pelo fundador João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, que buscava desenvolver um carro genuinamente nacional.

Dirigido pelo cineasta Iberê Santos, o filme narra essa reconstrução a partir de arquivos inéditos e entrevistas coletadas ao longo de 2024. Santos passou a infância e a adolescência em Rio Claro antes de se mudar para São Paulo, em 1999, para cursar Cinema na FAAP. A ideia de produzir um documentário sobre a Gurgel surgiu ainda no período acadêmico, mas só foi retomada durante o isolamento da pandemia, quando o diretor decidiu retornar à cidade com a família para aprofundar a pesquisa e localizar personagens que acompanharam diretamente o funcionamento da fábrica.

O projeto foi viabilizado por meio de diferentes mecanismos de incentivo, com recursos obtidos pela Lei Paulo Gustavo, pela Lei de Incentivo à Cultura de Rio Claro e pela Lei Rouanet, além de patrocínio direto de empresas da região — entre elas, o Colégio Koelle. Filmado ao longo de 2024, o documentário contou ainda com apoio logístico do portal Grupo Rio Claro-SP durante as gravações na cidade, e reúne entrevistas de ex-prefeitos, ex-funcionários, engenheiros, pesquisadores e representantes da família Gurgel, além de registros de arquivo envolvendo figuras públicas como Itamar Franco e Henrique Hargreaves.

Após sua finalização, o filme terá sessões de lançamento em Rio Claro e em São Paulo e, em seguida, iniciará circulação em festivais de cinema nacionais e internacionais — etapa considerada fundamental para negociar distribuição comercial e alcançar um público mais amplo.

Iberê Santos é ex-aluno do Colégio Koelle, onde estudou entre a 8ª série e o 1º ano do Ensino Médio. No segundo semestre de 2026, ele retorna à escola, desta vez como orientador do novo Clube de Cinema, voltado aos alunos dos 8ºs e 9ºs anos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Nesta entrevista, ele relembra sua passagem pela instituição, conta como construiu sua carreira e compartilha conselhos para quem sonha em seguir o caminho da produção audiovisual.

KK: Olhando para trás, como foi a sua época aqui na nossa escola? Tem alguma memória, professor ou projeto que te ajudou a despertar interesse pelo cinema?

Iberê: Na época em que estudei no Colégio Koelle, entre a 8ª série e o 1º colegial, foi exatamente quando despertei meu interesse pelo cinema. O ano de 1995 foi épico. O Oscar daquela época premiou filmes como Forrest Gump, Um Sonho de Liberdade e Pulp Fiction. Logo no mesmo ano foram lançados Cassino e Seven. Eu ia muito ao cinema com meus amigos da escola. Antes da construção do Shopping Rio Claro, o cinema que eu frequentava era o Cine Excelsior, no centro. Até hoje me arrependo de ter assistido O Máscara duas vezes e não ter entrado na sala ao lado para uma sessão de Pulp Fiction. Além disso, na escola eu filmava as gincanas e fazia muitos trabalhos em vídeo. Isso me ajudou muito a entender a dinâmica da profissão que eu iria escolher.

KK: Muitos alunos têm dúvidas sobre qual carreira seguir. Como foi para você o processo de escolher esse curso? Foi uma decisão fácil?

Iberê: Na minha época não se falava em faculdade de cinema. Era um curso que existia, mas que poucos conheciam. Por isso, tive um pouco de dificuldade para entender como seria a faculdade e a profissão que eu estava escolhendo. Naquele período, o Brasil vivia uma crise muito grande e o cinema nacional estava recomeçando praticamente do zero. Mas, de qualquer forma, eu sempre gostei de filmar e sempre tive uma câmera em casa. Ganhei a minha primeira aos 14 anos, do meu pai — era uma câmera VHS —, e acho que foi a partir dali que comecei a me interessar pela produção de filmes. Eu alugava muitas fitas e estava sempre atualizado sobre os lançamentos, embora entendesse pouco sobre os bastidores. Meu pai buscava na internet tudo o que podia sobre cinema no Brasil e no exterior para me ajudar.

Com a ajuda dele, escolhi a FAAP, que na época tinha um dos melhores cursos de cinema. Mas foi difícil, porque o vestibular era muito diferente dos outros. A redação e as questões de conhecimentos gerais valiam muito, então peguei as provas dos anos anteriores para entender o formato. Com a base forte que o Koelle me deu e o apoio do meu pai no estudo dos assuntos gerais, consegui ingressar no ensino superior.

KK: Como foi a sua experiência durante a faculdade?

Iberê: A faculdade de cinema é muito diferente dos outros cursos e as matérias eram totalmente novas. A base do curso é a de Comunicação Social, mas a formação final é em cinema. A matéria que me fez passar no vestibular e que mais me ajudou durante todo o curso foi Redação, porque tive que escrever muitas histórias e roteiros. Por isso, devo muito ao professor Jaime Leitão.

KK: Quais foram os passos mais importantes — ou os maiores desafios — na sua carreira até você chegar ao ponto de produzir seu próprio documentário?

Iberê: Assim que me formei, fui trabalhar em uma produtora de filmes publicitários. Comecei operando câmeras e depois migrei para a área de direção, que sempre foi meu grande objetivo. Primeiro trabalhei como 2º Assistente de Direção, fazendo muitos testes de elenco, e mais tarde como 1º Assistente de Direção, onde ganhei muita experiência na organização geral de sets de filmagem e na produção. A estrutura de um filme publicitário é bem semelhante à de um filme de cinema; a única diferença está no tempo e no conteúdo gerado, mas a equipe técnica e a organização são as mesmas. Trabalhei por quase 20 anos como assistente de direção em publicidade e só depois comecei a dirigir minhas próprias campanhas. No entanto, foi na pausa forçada da pandemia que decidi rever os projetos que tinha na minha pasta de ideias — ideias essas que eu vinha guardando desde a época da faculdade. Foi nesse momento que senti que estava na hora de produzir o meu primeiro filme.

KK: De onde veio a sua inspiração inicial para o documentário? O que te fez pensar “eu preciso filmar isso”?

Iberê: Na pandemia, como tivemos que permanecer em casa, resgatei um projeto que escrevi em 2001. Naquele ano, eu estava em São Paulo fazendo faculdade quando começaram a surgir as primeiras notícias sobre os leilões da fábrica da Gurgel em Rio Claro. Aquilo me despertou um interesse imediato, pois eu via aqueles carros da Gurgel nas ruas da cidade quando era criança e, na minha imaginação de infância, eles pareciam grandes brinquedos. Eu queria filmar essa história já naquela época, mas era muito jovem e inexperiente.

No início, a minha ideia era fazer uma ficção chamada “Quem Matou Gurgel e o Sonho da Cidade Maravilhosa do Futuro”. Para o título, queria me inspirar no clássico de Stanley Kubrick, Dr. Fantástico (cujo título original em inglês tem bem a pegada que eu gostava: Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb). Os anos foram passando e aquela ideia se transformou em um filme documental, porque sou apaixonado por documentários. Uma das minhas maiores inspirações foi Roger e Eu, de Michael Moore, que também é uma história sobre uma cidade e uma fábrica de carros (a GM). Outro filme que me inspirou foi Quem Matou o Carro Elétrico?, um documentário sobre um carro elétrico criado pela GM que deu muito certo, mas que eles mesmos destruíram por medo de que aquilo acabasse com a indústria automobilística da época. Achei que tinha tudo a ver com a história da Gurgel.

KK: Quais foram os maiores desafios técnicos e humanos que você enfrentou durante as gravações?

Iberê: Acho que o maior desafio humano foi voltar a morar em Rio Claro. Como eu vivia em São Paulo há mais de 23 anos, eu sabia que, se estivesse longe, não conseguiria fazer esse filme. Então, eu e minha esposa decidimos retornar para Rio Claro. Morando aqui e estando perto da história, eu poderia me conectar melhor com as pessoas e sentir os lugares onde tudo aconteceu. Eu tenho um filho que hoje está com 4 anos, e essa decisão foi difícil na época, mas acredito que foi a mais acertada. Inclusive, meu filho acabou virando personagem da história.

Outro grande desafio foi buscar patrocínios nas empresas. A gente nunca sabe bem quem procurar, e a burocracia das leis de incentivo quase não ajuda quem está começando. Felizmente, com o apoio local do Grupo Rio Claro (portal de notícias online da cidade), conseguimos ganhar um edital da Prefeitura através da Lei Paulo Gustavo. Também consegui patrocínios por meio da Lei Rouanet e da Lei de Incentivo à Cultura do Município. O Colégio Koelle foi um dos principais patrocinadores, junto com a Chemson, Owens Corning, Ferramentas Wenzel, Geromel, Casa & Vida e Grupo Ápia. No total, captei um terço do dinheiro que precisava para produzir o filme.

A partir daí, começou o desafio físico. Eu não podia voltar atrás, era dali para frente. Reuni uma equipe principal pequena: eu na direção e produção, um diretor de fotografia, um técnico de som direto, uma assistente de direção e duas pesquisadoras. Pontualmente eu chamava mais alguns profissionais, mas as filmagens aconteciam basicamente com uma equipe de três pessoas no set. Eu acumulava muitas funções: dirigia o filme, o carro e ainda operava uma das câmeras.

Nesse sufoco, conseguimos filmar todas as entrevistas em um período de um mês, entre outubro e novembro de 2024. Também captei imagens de eventos e encontros de ex-funcionários desde o início de 2024; foi praticamente um ano inteiro filmando. A ideia principal era captar a maior quantidade possível de depoimentos de pessoas que fizeram parte da história da Gurgel.

Logo depois veio o desafio mental: como juntar essa colcha de retalhos? Demorei seis meses para editar apenas a primeira parte do filme. Então parei e mostrei para as pessoas mais próximas: meu pai, minha esposa e alguns profissionais do cinema de quem sou amigo. Cada um opinou um pouco. Como eram muitas imagens de arquivo, fotos e reportagens de jornal, acabei ficando um tempo sem saber como continuar, e me deu um “branco” de pelo menos um mês. Mas consegui retomar a edição e terminei a primeira versão em novembro de 2025.

Teve um dia marcante em que assisti à montagem que fiz e fiquei surpreso, pois achei que tinha ficado bom. Pelo menos para mim, estava muito bom naquele momento. Daí resolvi testar a montagem com o público. Fiz algumas exibições fechadas para um total de aproximadamente 600 pessoas, e a resposta foi surpreendente. Eu realmente não esperava que o filme fosse causar tanta emoção, e fiquei muito feliz com o resultado. As pessoas se emocionaram muito com a história do João Gurgel e com a história de Rio Claro.

KK: Agora que o projeto está pronto, qual foi o maior aprendizado que você leva dessa produção, tanto como cineasta quanto como pessoa?

Iberê: O filme ficou pronto, mas agora o desafio é comercializar o projeto. Estou em conversas com canais de streaming para disponibilizá-lo para todo o Brasil. É um caminho longo, mas espero ter sucesso em breve. Aprendi muito no processo e sinto que cresci como ser humano ao mergulhar de cabeça nessa história. A vida do João Gurgel é extremamente inspiradora.

KK: No segundo semestre de 2026, você retornará ao Colégio Koelle como orientador do Clube de Cinema. Que conselho você daria a um aluno da nossa escola que sonha em trabalhar com cinema ou artes, mas talvez tenha medo de arriscar?

Iberê: Eu digo que não existe nada certo nesta vida, você nunca vai ter 100% de certeza ou satisfação em uma profissão. Mas é sempre melhor trabalhar com o que te inspira. Meu pai é advogado e um historiador nato; ele me inspirou a contar histórias porque me contava várias delas na infância. Eu virei artista, pois cinema é arte, mas toda profissão tem seus caminhos difíceis e obstáculos. Até as profissões mais exatas têm as suas abstrações. Arriscado mesmo é ter muitas certezas sobre a vida. Prefiro viver em dúvida, mas sem medo de errar. Às vezes, há cineastas que fazem apenas um filme de sucesso, escritores que deixam apenas um livro marcante ou músicos com uma única música inesquecível. O meu objetivo de vida é ser lembrado por pelo menos uma criação artística. O ser humano é, por essência, um ser criador. Espero que a história da Gurgel inspire outras pessoas a serem mais criativas.

A trajetória de Iberê Santos ilustra bem o que o Colégio Koelle busca cultivar em seus alunos: a coragem de seguir um caminho pouco convencional com base sólida, disciplina e propósito. Agora, à frente do Clube de Cinema, o ex-aluno retorna à instituição para compartilhar essa experiência diretamente com os alunos dos 8ºs e 9ºs anos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, em mais uma iniciativa que amplia o repertório artístico e cultural da comunidade escolar.

Feira de profissões no Colégio Koelle 2026

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No dia 9 de junho, o Colégio Koelle realizou mais uma edição da Feira de Profissões, evento dedicado aos alunos das 3ªs séries do Ensino Médio e pensado para apoiar um dos momentos mais importantes da trajetória escolar: a escolha da carreira.

A manhã começou com os estudantes visitando os estandes de instituições de destaque no cenário acadêmico nacional, entre elas Insper, Mackenzie, FIA, PUC-Campinas, Pecege, Fundação Hermínio Ometto e Claretiano. Em cada estande, os alunos puderam conhecer de perto os cursos oferecidos e refletir sobre possibilidades reais de formação para o futuro.

Na sequência, o professor André Franceschi de Angelis, da Unicamp e pai de aluno do Koelle, conduziu uma conversa sobre as universidades públicas. Docente da Faculdade de Tecnologia da Unicamp desde 1994, com doutorado e pós-doutorado em Física pela USP e livre-docência em Informática pela própria Unicamp, o professor já recebeu reconhecimento institucional pela dedicação ao ensino de graduação. Durante sua fala, abordou temas como iniciação científica, intercâmbios, programas internacionais e os diferentes caminhos disponíveis para o ingresso no ensino superior.

O encontro também contou com a participação de profissionais de diversas áreas, que dividiram suas trajetórias e experiências de carreira com os alunos. Muitos deles são ex-alunos do próprio Colégio Koelle — e ouvir relatos de quem passou pelos mesmos corredores e hoje constrói uma carreira sólida tem um peso especial para os estudantes que estão prestes a dar os próximos passos.

A Feira de Profissões reforça um compromisso que está na essência do Colégio Koelle: o de ajudar cada aluno a pensar em seu futuro com informação, proximidade e exemplos reais. Afinal, contribuir para essa reflexão também faz parte do que entendemos como ser escola.

📹 Assista ao vídeo completo da Feira de Profissões em nossas redes sociais:

Alunos do Colégio Koelle conquistam vagas em universidades renomadas no Brasil e no exterior

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Aprovações abrangem cursos de Medicina, Direito, Engenharias, Administração e outras áreas, reafirmando a solidez da preparação acadêmica oferecida pela instituição

O início de 2026 traz mais um capítulo de orgulho para a escola particular em Rio Claro,  Colégio Koelle: dezenas de alunos e ex-alunos conquistaram aprovações em universidades públicas e particulares de referência, no Brasil e no exterior. Os resultados atravessam diferentes áreas do conhecimento e reforçam um dos pilares da proposta pedagógica da escola, a de aliar conhecimento sólido a uma formação humana consistente, capaz de sustentar os alunos nos momentos decisivos de sua trajetória.

A seguir, confira os destaques por área de formação.

Medicina e Medicina Veterinária

Entre as aprovações em Medicina, Lorena Gallo Chinelatto conquistou vagas em São Leopoldo Mandic, Anhembi Morumbi, Unaerp, Barão de Mauá e Uninove Vergueiro, e cursará a graduação em São Leopoldo Mandic. Sofia Capucci de Moraes Barros foi aprovada em Medicina na Uninove e na UNIFAJ, além de Psicologia na PUC-PR. Ana Beatriz Coelho Gomez ingressou em Medicina na Unoeste e também em Engenharia Química no IFSul. Já Júlia Trovó Martins somou aprovações em Medicina em oito instituições: Unitau, Unicesumar, Unip, São Leopoldo Mandic Campinas, Unoeste, UNLP (Universidad Nacional de La Plata, Argentina), UNIFAJ e UBA (Universidad de Buenos Aires, Argentina).

Na área de Medicina Veterinária, destacam-se Vinicius Zumpano Moraes Baptista e Antonella Beozzo Frasson Mandelli, ambos aprovados na UNIFAJ, além de Matheus Antônio Pinheiro Guimarães, aprovado em Medicina Veterinária na UNIFAJ e em Direito no Mackenzie Campinas — curso no qual seguirá seus estudos. Maria Clara Tertuliano reuniu aprovações em Medicina Veterinária na USP, na UNESP, na UFU (Universidade Federal de Uberlândia) e na UNIFAG, além de Enfermagem na USP e Engenharia Industrial na UNESP; ela cursará Medicina Veterinária na USP.

Direito

O curso de Direito também reuniu aprovações relevantes. Ana Luiza de Menezes foi aprovada em Letras na USP e em Direito na PUC-Campinas. Gabriel Scotton Lembo conquistou vaga em Direito na PUC-Campinas, instituição na qual já iniciou os estudos. Laura Oliveira Joaquim foi aprovada em Direito na FAAP, na Harven Agribusiness School e no Mackenzie, cursando atualmente nesta última. Catarina Dantas Spagnul ingressou em Direito na FGV, e Anna Eliza Guimarães Defende foi aprovada em Direito no Mackenzie Campinas e na PUCPR.

Administração e Negócios

Na área de Administração e Negócios, José Antonio Haick do Botelho de Medeiros foi aprovado em Administração Pública na FGV. Gabriel Zulzke Paschoal e Luiz Felipe Guirao Grilo conquistaram vagas em Administração na FGV Rio de Janeiro. Isabella dos Santos Aleixo foi aprovada em Administração na UFSCar. Já Isadora Elena Bueno Gonçalves reuniu um conjunto expressivo de aprovações internacionais em Business: FIU College of Business (Miami), UCF College of Business (Orlando), EU Business School (Espanha) e Swiss School of Management (Itália), além de Administração na FGV Brasília e na FGV Rio de Janeiro.

Engenharias

A área de Engenharia foi uma das que mais somaram aprovações. Henry Pinhatt Oraggio foi aprovado em Engenharia Mecânica na PUC-Campinas e em Engenharia Mecânica Automobilística na FEI, onde cursará a graduação. Matheus Lima Gonçalves de Souza conquistou vagas em Engenharia de Materiais na UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa), na UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) e na UFLA (Universidade Federal de Lavras), enquanto Samuel Douglas Camargo foi aprovado no mesmo curso na UFLA. Yanni Batarra ingressou em Engenharia Química na UNIFAL (Universidade Federal de Alfenas).

Gabriella Locateli de Godoy foi aprovada em Engenharia Civil na Unicamp, na UFSCar, na UNESP e na USP. Henrique Oliveira Squissato conquistou vagas em Engenharia Mecânica na Unicamp e na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), além de Engenharia Aeronáutica na UNESP. Luigi Epiphanio Venturoli foi aprovado em Engenharia da Computação na FHO e na FACAMP. Rafael Zanfelice de Macedo ingressou em Engenharia de Produção na PUC-Campinas e em Engenharia de Energia na UNIFEI (Universidade Federal de Itajubá), enquanto Thalles Eduardo Madalone Sciamana foi aprovado em Engenharia de Produção na UNIFEI.

Isadora Géa Silva conquistou vagas em Engenharia de Telecomunicações na Unicamp e em Engenharia Mecânica na UNIFEI e na UNIFAG. Mateus do Nascimento Pássaro foi aprovado em Engenharia Elétrica no IFSP (Instituto Federal de São Paulo), e Beatriz Soares Altieri ingressou em Engenharia de Materiais na UFSCar.

Ciências Humanas, Saúde e outras áreas

Também merecem destaque as aprovações em áreas diversas da Saúde e das Humanidades. Daniela Caminatti foi aprovada em Psicologia na FHO, Sophia da Costa Sartori em Psicologia na PUC-Campinas — com redação de 820 pontos no Enem —, e Mariana Machado de Campos conquistou vagas em Psicologia na USP (Ribeirão Preto), na UNESP (Bauru) e na UFSCar, obtendo o 3º lugar geral na USP, nota máxima na redação da Fuvest (40/40) e 940 pontos na redação do Enem.

Clara Beatriz Gordillo da Silva foi aprovada em Fisioterapia na UNESP e na Faculdade Albert Einstein, e Lívia Lopes da Silva Genaro conquistou vagas em Educação Física na UNESP e na Unioeste, além de Nutrição na PUC-Campinas. Luiza Oraggio Pinhatt foi aprovada em Geografia na UNESP, em Gestão da Sustentabilidade Ambiental, Social e Governança Corporativa na Fatec e em Hotelaria no Senac. Pedro Alfredo Schneider de Oliveira conquistou vagas em Psicologia na Mississippi State University e na Texas Tech University, nos Estados Unidos.

Completam a lista Sophia Defende de Almeida, aprovada em Engenharia Química na UFU, Henrique Victorelli Cunha Bueno, aprovado em Ciências Econômicas na UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), e Luiz Felipe Leuzzi de Bessa Gomes, aprovado em Ciências Econômicas na UFU.

Aprovações antecipadas de treineiros

O Colégio Koelle também celebra o desempenho de alunos ainda em fase de treineiro, que já conquistaram aprovações antecipadas: Lorena de Lolo Ragazzi Cantinelli (Ecologia, UNESP), Heloísa Souto Levy (Fisioterapia, UNESP), Naielly Caroline Correia da Silva (Ciências Biológicas, UNESP de Bauru), Alice Gomes da Silva Gobbo (Enfermagem, USP e Unicamp), Luciano Gonçalves (Tecnologia em Saneamento Ambiental, Unicamp), Maria Luísa Martoni Zuntini (Engenharia de Transportes, Unicamp), Luana Lotumolo Borges (Ciências dos Alimentos, USP, e Engenharia Florestal, UNESP), Pedro Guilherme Cerri Ahmad (Administração, UNESP), Caio Raul Godói (Obstetrícia, USP, e Odontologia, UNESP), Vinicius Vendramini Salem (Turismo, UNESP), Beatriz Locateli Vieira (Zootecnia e Enfermagem, UNESP) e Luisa Kei Hashimoto Frandi (Engenharia Ambiental e Engenharia de Telecomunicações, Unicamp).

Uma trajetória que se reflete nos resultados

Os resultados alcançados por esses alunos confirmam o compromisso do Colégio Koelle com uma formação que une conhecimento sólido, desenvolvimento humano e construção de valores. Mais do que números, cada aprovação representa uma trajetória construída ao longo dos anos, com dedicação dos alunos e acompanhamento próximo de professores e famílias.

Para conhecer de perto a proposta pedagógica que sustenta esses resultados, agende uma visita ao Colégio Koelle.

57ª Festa Junina do Colégio Koelle reúne cerca de 5 mil pessoas em Rio Claro

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Realizada nas quadras da escola em 20 de junho, a tradicional festa contou com quadrilhas, comidas típicas, brincadeiras e prendas, com a participação de toda a comunidade escolar.

No dia 20 de junho, o Colégio Koelle realizou a 57ª edição de sua Festa Junina, nas quadras da instituição, em Rio Claro. O evento reuniu cerca de 5 mil pessoas, entre alunos, famílias, professores, ex-alunos e convidados em uma noite marcada pela música, pela dança e pelos sabores típicos dessa época do ano.

Antes da festa, a expectativa já havia sido construída pela comunidade escolar. Confira a chamada que anunciou o evento:

Uma tradição que atravessa gerações

Ao longo de 57 anos, a Festa Junina do Colégio Koelle se consolidou como um dos encontros mais aguardados do calendário escolar. Mais do que uma celebração, o evento representa a continuidade de uma tradição que aproxima escola e família e reforça os laços entre gerações que passaram pela instituição. Ano após ano, a festa é reafirmada como um espaço de convivência.

Quadrilhas e apresentações dos alunos

Um dos pontos altos da noite foram as quadrilhas e danças típicas apresentadas pelos alunos das diferentes etapas do colégio. Com coreografias ensaiadas, os estudantes trouxeram ao público a energia e o encanto das tradições juninas, em apresentações que reuniram famílias em torno das quadras para prestigiar o trabalho de cada turma.

Comidas típicas, brincadeiras e prendas

A festa também contou com uma ampla oferta de comidas típicas, além de brincadeiras e prendas que resgataram o espírito das tradicionais festas do interior. As barracas espalhadas pelas quadras do colégio mantiveram viva a atmosfera característica de uma festa junina, oferecendo aos presentes uma noite completa de confraternização.

Para reviver os melhores momentos do evento, confira o vídeo da festa:

Uma noite de convivência entre escola e família

A 57ª Festa Junina reafirma o compromisso do Colégio Koelle em promover momentos de convivência entre escola e família, para além da rotina pedagógica. Iniciativas como essa fazem parte de uma proposta de educação que valoriza a formação integral dos alunos, unindo aprendizado, cultura e tradição.

As fotos do evento já estão disponíveis nas redes sociais do colégio. Confira:

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