Colégio Koelle

Feira de profissões no Colégio Koelle 2026

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No dia 9 de junho, o Colégio Koelle realizou mais uma edição da Feira de Profissões, evento dedicado aos alunos das 3ªs séries do Ensino Médio e pensado para apoiar um dos momentos mais importantes da trajetória escolar: a escolha da carreira.

A manhã começou com os estudantes visitando os estandes de instituições de destaque no cenário acadêmico nacional, entre elas Insper, Mackenzie, FIA, PUC-Campinas, Pecege, Fundação Hermínio Ometto e Claretiano. Em cada estande, os alunos puderam conhecer de perto os cursos oferecidos e refletir sobre possibilidades reais de formação para o futuro.

Na sequência, o professor André Franceschi de Angelis, da Unicamp e pai de aluno do Koelle, conduziu uma conversa sobre as universidades públicas. Docente da Faculdade de Tecnologia da Unicamp desde 1994, com doutorado e pós-doutorado em Física pela USP e livre-docência em Informática pela própria Unicamp, o professor já recebeu reconhecimento institucional pela dedicação ao ensino de graduação. Durante sua fala, abordou temas como iniciação científica, intercâmbios, programas internacionais e os diferentes caminhos disponíveis para o ingresso no ensino superior.

O encontro também contou com a participação de profissionais de diversas áreas, que dividiram suas trajetórias e experiências de carreira com os alunos. Muitos deles são ex-alunos do próprio Colégio Koelle — e ouvir relatos de quem passou pelos mesmos corredores e hoje constrói uma carreira sólida tem um peso especial para os estudantes que estão prestes a dar os próximos passos.

A Feira de Profissões reforça um compromisso que está na essência do Colégio Koelle: o de ajudar cada aluno a pensar em seu futuro com informação, proximidade e exemplos reais. Afinal, contribuir para essa reflexão também faz parte do que entendemos como ser escola.

📹 Assista ao vídeo completo da Feira de Profissões em nossas redes sociais:

Alunos do Colégio Koelle conquistam vagas em universidades renomadas no Brasil e no exterior

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Aprovações abrangem cursos de Medicina, Direito, Engenharias, Administração e outras áreas, reafirmando a solidez da preparação acadêmica oferecida pela instituição

O início de 2026 traz mais um capítulo de orgulho para a escola particular em Rio Claro,  Colégio Koelle: dezenas de alunos e ex-alunos conquistaram aprovações em universidades públicas e particulares de referência, no Brasil e no exterior. Os resultados atravessam diferentes áreas do conhecimento e reforçam um dos pilares da proposta pedagógica da escola, a de aliar conhecimento sólido a uma formação humana consistente, capaz de sustentar os alunos nos momentos decisivos de sua trajetória.

A seguir, confira os destaques por área de formação.

Medicina e Medicina Veterinária

Entre as aprovações em Medicina, Lorena Gallo Chinelatto conquistou vagas em São Leopoldo Mandic, Anhembi Morumbi, Unaerp, Barão de Mauá e Uninove Vergueiro, e cursará a graduação em São Leopoldo Mandic. Sofia Capucci de Moraes Barros foi aprovada em Medicina na Uninove e na UNIFAJ, além de Psicologia na PUC-PR. Ana Beatriz Coelho Gomez ingressou em Medicina na Unoeste e também em Engenharia Química no IFSul. Já Júlia Trovó Martins somou aprovações em Medicina em oito instituições: Unitau, Unicesumar, Unip, São Leopoldo Mandic Campinas, Unoeste, UNLP (Universidad Nacional de La Plata, Argentina), UNIFAJ e UBA (Universidad de Buenos Aires, Argentina).

Na área de Medicina Veterinária, destacam-se Vinicius Zumpano Moraes Baptista e Antonella Beozzo Frasson Mandelli, ambos aprovados na UNIFAJ, além de Matheus Antônio Pinheiro Guimarães, aprovado em Medicina Veterinária na UNIFAJ e em Direito no Mackenzie Campinas — curso no qual seguirá seus estudos. Maria Clara Tertuliano reuniu aprovações em Medicina Veterinária na USP, na UNESP, na UFU (Universidade Federal de Uberlândia) e na UNIFAG, além de Enfermagem na USP e Engenharia Industrial na UNESP; ela cursará Medicina Veterinária na USP.

Direito

O curso de Direito também reuniu aprovações relevantes. Ana Luiza de Menezes foi aprovada em Letras na USP e em Direito na PUC-Campinas. Gabriel Scotton Lembo conquistou vaga em Direito na PUC-Campinas, instituição na qual já iniciou os estudos. Laura Oliveira Joaquim foi aprovada em Direito na FAAP, na Harven Agribusiness School e no Mackenzie, cursando atualmente nesta última. Catarina Dantas Spagnul ingressou em Direito na FGV, e Anna Eliza Guimarães Defende foi aprovada em Direito no Mackenzie Campinas e na PUCPR.

Administração e Negócios

Na área de Administração e Negócios, José Antonio Haick do Botelho de Medeiros foi aprovado em Administração Pública na FGV. Gabriel Zulzke Paschoal e Luiz Felipe Guirao Grilo conquistaram vagas em Administração na FGV Rio de Janeiro. Isabella dos Santos Aleixo foi aprovada em Administração na UFSCar. Já Isadora Elena Bueno Gonçalves reuniu um conjunto expressivo de aprovações internacionais em Business: FIU College of Business (Miami), UCF College of Business (Orlando), EU Business School (Espanha) e Swiss School of Management (Itália), além de Administração na FGV Brasília e na FGV Rio de Janeiro.

Engenharias

A área de Engenharia foi uma das que mais somaram aprovações. Henry Pinhatt Oraggio foi aprovado em Engenharia Mecânica na PUC-Campinas e em Engenharia Mecânica Automobilística na FEI, onde cursará a graduação. Matheus Lima Gonçalves de Souza conquistou vagas em Engenharia de Materiais na UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa), na UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) e na UFLA (Universidade Federal de Lavras), enquanto Samuel Douglas Camargo foi aprovado no mesmo curso na UFLA. Yanni Batarra ingressou em Engenharia Química na UNIFAL (Universidade Federal de Alfenas).

Gabriella Locateli de Godoy foi aprovada em Engenharia Civil na Unicamp, na UFSCar, na UNESP e na USP. Henrique Oliveira Squissato conquistou vagas em Engenharia Mecânica na Unicamp e na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), além de Engenharia Aeronáutica na UNESP. Luigi Epiphanio Venturoli foi aprovado em Engenharia da Computação na FHO e na FACAMP. Rafael Zanfelice de Macedo ingressou em Engenharia de Produção na PUC-Campinas e em Engenharia de Energia na UNIFEI (Universidade Federal de Itajubá), enquanto Thalles Eduardo Madalone Sciamana foi aprovado em Engenharia de Produção na UNIFEI.

Isadora Géa Silva conquistou vagas em Engenharia de Telecomunicações na Unicamp e em Engenharia Mecânica na UNIFEI e na UNIFAG. Mateus do Nascimento Pássaro foi aprovado em Engenharia Elétrica no IFSP (Instituto Federal de São Paulo), e Beatriz Soares Altieri ingressou em Engenharia de Materiais na UFSCar.

Ciências Humanas, Saúde e outras áreas

Também merecem destaque as aprovações em áreas diversas da Saúde e das Humanidades. Daniela Caminatti foi aprovada em Psicologia na FHO, Sophia da Costa Sartori em Psicologia na PUC-Campinas — com redação de 820 pontos no Enem —, e Mariana Machado de Campos conquistou vagas em Psicologia na USP (Ribeirão Preto), na UNESP (Bauru) e na UFSCar, obtendo o 3º lugar geral na USP, nota máxima na redação da Fuvest (40/40) e 940 pontos na redação do Enem.

Clara Beatriz Gordillo da Silva foi aprovada em Fisioterapia na UNESP e na Faculdade Albert Einstein, e Lívia Lopes da Silva Genaro conquistou vagas em Educação Física na UNESP e na Unioeste, além de Nutrição na PUC-Campinas. Luiza Oraggio Pinhatt foi aprovada em Geografia na UNESP, em Gestão da Sustentabilidade Ambiental, Social e Governança Corporativa na Fatec e em Hotelaria no Senac. Pedro Alfredo Schneider de Oliveira conquistou vagas em Psicologia na Mississippi State University e na Texas Tech University, nos Estados Unidos.

Completam a lista Sophia Defende de Almeida, aprovada em Engenharia Química na UFU, Henrique Victorelli Cunha Bueno, aprovado em Ciências Econômicas na UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), e Luiz Felipe Leuzzi de Bessa Gomes, aprovado em Ciências Econômicas na UFU.

Aprovações antecipadas de treineiros

O Colégio Koelle também celebra o desempenho de alunos ainda em fase de treineiro, que já conquistaram aprovações antecipadas: Lorena de Lolo Ragazzi Cantinelli (Ecologia, UNESP), Heloísa Souto Levy (Fisioterapia, UNESP), Naielly Caroline Correia da Silva (Ciências Biológicas, UNESP de Bauru), Alice Gomes da Silva Gobbo (Enfermagem, USP e Unicamp), Luciano Gonçalves (Tecnologia em Saneamento Ambiental, Unicamp), Maria Luísa Martoni Zuntini (Engenharia de Transportes, Unicamp), Luana Lotumolo Borges (Ciências dos Alimentos, USP, e Engenharia Florestal, UNESP), Pedro Guilherme Cerri Ahmad (Administração, UNESP), Caio Raul Godói (Obstetrícia, USP, e Odontologia, UNESP), Vinicius Vendramini Salem (Turismo, UNESP), Beatriz Locateli Vieira (Zootecnia e Enfermagem, UNESP) e Luisa Kei Hashimoto Frandi (Engenharia Ambiental e Engenharia de Telecomunicações, Unicamp).

Uma trajetória que se reflete nos resultados

Os resultados alcançados por esses alunos confirmam o compromisso do Colégio Koelle com uma formação que une conhecimento sólido, desenvolvimento humano e construção de valores. Mais do que números, cada aprovação representa uma trajetória construída ao longo dos anos, com dedicação dos alunos e acompanhamento próximo de professores e famílias.

Para conhecer de perto a proposta pedagógica que sustenta esses resultados, agende uma visita ao Colégio Koelle.

57ª Festa Junina do Colégio Koelle reúne cerca de 5 mil pessoas em Rio Claro

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Realizada nas quadras da escola em 20 de junho, a tradicional festa contou com quadrilhas, comidas típicas, brincadeiras e prendas, com a participação de toda a comunidade escolar.

No dia 20 de junho, o Colégio Koelle realizou a 57ª edição de sua Festa Junina, nas quadras da instituição, em Rio Claro. O evento reuniu cerca de 5 mil pessoas, entre alunos, famílias, professores, ex-alunos e convidados em uma noite marcada pela música, pela dança e pelos sabores típicos dessa época do ano.

Antes da festa, a expectativa já havia sido construída pela comunidade escolar. Confira a chamada que anunciou o evento:

Uma tradição que atravessa gerações

Ao longo de 57 anos, a Festa Junina do Colégio Koelle se consolidou como um dos encontros mais aguardados do calendário escolar. Mais do que uma celebração, o evento representa a continuidade de uma tradição que aproxima escola e família e reforça os laços entre gerações que passaram pela instituição. Ano após ano, a festa é reafirmada como um espaço de convivência.

Quadrilhas e apresentações dos alunos

Um dos pontos altos da noite foram as quadrilhas e danças típicas apresentadas pelos alunos das diferentes etapas do colégio. Com coreografias ensaiadas, os estudantes trouxeram ao público a energia e o encanto das tradições juninas, em apresentações que reuniram famílias em torno das quadras para prestigiar o trabalho de cada turma.

Comidas típicas, brincadeiras e prendas

A festa também contou com uma ampla oferta de comidas típicas, além de brincadeiras e prendas que resgataram o espírito das tradicionais festas do interior. As barracas espalhadas pelas quadras do colégio mantiveram viva a atmosfera característica de uma festa junina, oferecendo aos presentes uma noite completa de confraternização.

Para reviver os melhores momentos do evento, confira o vídeo da festa:

Uma noite de convivência entre escola e família

A 57ª Festa Junina reafirma o compromisso do Colégio Koelle em promover momentos de convivência entre escola e família, para além da rotina pedagógica. Iniciativas como essa fazem parte de uma proposta de educação que valoriza a formação integral dos alunos, unindo aprendizado, cultura e tradição.

As fotos do evento já estão disponíveis nas redes sociais do colégio. Confira:

Como é o 2º ano do Ensino Fundamental no Colégio Koelle? A professora Danielle Zumpano explica

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Para famílias que chegam de outras escolas, a transição para o Ensino Fundamental pode gerar dúvidas. Entenda como o Colégio Koelle, em Rio Claro (SP), conduz essa etapa com acolhimento e consistência pedagógica.

Para muitas crianças, o ingresso no 2º ano do Ensino Fundamental representa uma mudança significativa: novos espaços, novos colegas e uma rotina diferente da educação infantil. Para as famílias que optam por uma troca de escola nesse momento, a pergunta é quase sempre a mesma — será que meu filho vai se adaptar?

No Colégio Koelle, essa preocupação é levada a sério. A transição é tratada como parte do trabalho pedagógico, e não como um detalhe secundário.

Acolhimento como ponto de partida

A professora Danielle Aparecida Zumpano, docente do 2º ano do Ensino Fundamental no Colégio Koelle, explica que o acolhimento é tão importante quanto o conteúdo ensinado. Cada criança é acompanhada individualmente, com atenção ao seu tempo e às suas necessidades. As famílias fazem parte desse processo desde o início, por meio de uma comunicação próxima e contínua com a equipe escolar.

Essa relação entre escola e família é um dos pilares da proposta pedagógica do Koelle — presente não apenas nos primeiros dias, mas ao longo de toda a trajetória do aluno.

O que os alunos aprendem no 2º ano

Do ponto de vista acadêmico, o 2º ano é uma etapa de avanço consistente. Os alunos aprofundam a leitura e a escrita, aprendem a letra cursiva, desenvolvem a produção textual e participam de projetos de leitura que tornam o aprendizado mais conectado ao cotidiano.

Além disso, vivenciam experiências práticas que estimulam o raciocínio lógico e a resolução de problemas — competências que acompanham cada criança muito além dessa fase escolar.

O objetivo, segundo a professora Danielle, é que a criança avance com segurança: sentindo-se acolhida, conhecida pelos seus professores e inserida em um ambiente onde aprender acontece de forma significativa.

Conheça mais sobre essa etapa

No vídeo a seguir, a professora Danielle Aparecida Zumpano fala com mais detalhes sobre como o 2º ano é conduzido no Colégio Koelle e o que as famílias podem esperar dessa transição:

👉 Assista ao vídeo:

Se você está considerando o Colégio Koelle em Rio Claro para o Ensino Fundamental do seu filho, convidamos você a conhecer a escola de perto. Nossa equipe está disponível para receber sua família e apresentar nossa proposta pedagógica com mais detalhes.

Agende sua visita e descubra onde seu filho pode se sentir em casa.

Aluno do Colégio Koelle, em Rio Claro, fala sobre a preparação para ENEM, UNESP, UNICAMP e USP nas aulas de redação

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A redação é, em geral, o critério mais decisivo nos principais vestibulares do país — ENEM, UNESP, UNICAMP e USP. Não basta dominar a estrutura do texto: é preciso demonstrar leitura de mundo, coerência argumentativa e capacidade de se posicionar com clareza diante de temas complexos. É exatamente esse nível de preparo que o Colégio Koelle, em Rio Claro (SP), busca construir nas aulas de redação do Ensino Médio.

Pedro Guilherme Cerri Ahmad, aluno do terceiro ano, compartilha como esse processo acontece na prática.

Técnica e argumentação: duas frentes de uma mesma preparação

Nas aulas de redação do Koelle, o trabalho se organiza em duas frentes complementares. A primeira envolve a estruturação do texto — introdução, desenvolvimento e conclusão —, com atenção às competências cobradas pelas bancas do ENEM, UNESP, UNICAMP e USP. A segunda, igualmente importante, é o desenvolvimento da argumentação lógica: aprender a organizar ideias, sustentar um ponto de vista e dialogar com diferentes perspectivas sobre um mesmo tema.

Para isso, os alunos estudam redações que alcançaram notas altas em vestibulares anteriores, identificando o que as torna bem avaliadas e usando essas referências para aprimorar a própria escrita — sem abrir mão da autoria.

Prática constante com simulados e temas reais

A preparação teórica se consolida por meio da escrita regular. Os alunos produzem textos a partir de propostas de vestibulares reais e participam dos simulados do Sistema Bernoulli, que reproduzem as condições do dia da prova — inclusive com temas inéditos — aproximando o aluno da experiência real dos grandes processos seletivos.

A discussão de temas em sala também é destacada por Pedro como um diferencial: ao debater assuntos que já foram objeto de vestibulares anteriores, os alunos ampliam o repertório e chegam às provas com mais recursos argumentativos.

Correção individualizada como instrumento de evolução

Após cada produção, os alunos contam com plantões de assessoria com a professora Mariana Dias Chaves, nos quais revisam a redação com orientação direta, entendem os critérios de avaliação e identificam com precisão o que aprimorar na próxima escrita.

Para Pedro, esse acompanhamento faz toda a diferença: saber o porquê de cada nota é tão importante quanto recebê-la.

Formação que vai além do vestibular

Na visão de Pedro, o aprendizado construído nas aulas ultrapassa a preparação para os processos seletivos. Escrever bem, nesse contexto, é também desenvolver a capacidade de pensar com clareza e argumentar de forma crítica — habilidades que acompanham o aluno ao longo de toda a sua trajetória.

No vídeo a seguir, Pedro conta, com suas próprias palavras, como enxerga esse processo.

● Veja também:

Aulas de redação no Colégio Koelle ganham novo formato em 2026

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A redação é, frequentemente, o fator decisivo em um vestibular. É ela que garante — ou compromete — a vaga em um curso disputado. Partindo dessa premissa, o Colégio Koelle estruturou, a partir de 2026, um novo formato para as aulas de redação no Ensino Médio, com foco ampliado, organização mais detalhada e um acompanhamento mais próximo de cada aluno.

Quem explica as mudanças é a professora Mariana Dias Chaves, responsável pela disciplina na instituição.

Um material de referência aliado à prática constante

Desde o início de 2026, as turmas do Ensino Médio passaram a utilizar o material didático do Sistema Bernoulli nas aulas de redação. O sistema oferece uma organização estruturada da rotina de estudos e inclui simulados que replicam com fidelidade as condições e o estilo das provas de vestibulares. Só no primeiro período do ano, os alunos já realizaram diversas provas de vestibulares diferentes, ampliando o repertório e o contato com diferentes formatos e propostas de texto.

Essa escolha reforça uma compreensão central que orienta o trabalho da professora: redação é prática, é treino. Quanto mais o aluno escreve, recebe retorno e volta a escrever, maior é o desenvolvimento da habilidade.

Da produção à correção: uma metodologia estruturada

A organização das aulas também passou por mudanças significativas. As aulas são estruturadas de forma a dedicar tempo específico à produção dos textos — os alunos escrevem durante a aula e têm acesso à professora para esclarecer dúvidas no momento em que estão desenvolvendo o texto, o que torna o processo mais dinâmico e produtivo.

A etapa de correção, por sua vez, acontece de duas formas complementares. A primeira é a correção personalizada, em que a professora Mariana revisa cada texto individualmente e o devolve ao aluno com anotações detalhadas. A segunda é uma inovação adotada este ano: as correções individuais online, nas quais cada aluno agenda um momento específico com a professora para receber orientações diretas sobre seu texto — entendendo os critérios utilizados, identificando pontos de melhoria e compreendendo as notas recebidas.

Essa modalidade de atendimento permite um diálogo mais próximo entre professora e aluno, tornando a avaliação não apenas um resultado, mas um instrumento de aprendizado.

No vídeo a seguir, a professora Mariana Dias Chaves explica, com suas próprias palavras, como funciona essa metodologia e o que mudou nas aulas de redação do Ensino Médio neste ano.

👉 https://www.instagram.com/reel/DZsyUTkBqrU/?igsh=MTRuMGJuY24xbmN3eA==

Na prática: o que dizem os alunos

A metodologia descrita pela professora Mariana encontra eco no depoimento de quem vivencia esse processo em sala de aula. Pedro Guilherme Cerri Ahmad, aluno do terceiro ano do Ensino Médio, compartilhou sua experiência com as aulas de redação e destacou como a abordagem da professora tem contribuído para sua preparação — não apenas técnica, mas também argumentativa.

👉 Confira o depoimento do Pedro:

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